Entrevista de Padre Gimesson ao Diario

11:44

“O jovem torna visível o rosto de Cristo”

Na sua opinião o que mudou na concepção do grupo jovem nas últimas décadas?
As mudanças que ocorreram na sociedade também tocaram a vida da Igreja e influenciaram a sua maneira de estar no mundo e anunciar o Evangelho. Hoje a experiência religiosa dos jovens é diversificada, na qual está presente uma variedade de conceitos, credos, rezas e vivências. O objetivo dos grupos é ter uma espiritualidade firme dentro da Igreja, mas também vivendo com o ardor do compromisso missionário, atentos às causas sociais.

Qual o papel da juventude hoje na Igreja?
O jovem não é o futuro da Igreja, diz o Papa Bento 16, mas sim o seu “presente”. Portanto, o papel do jovem é tornar visível o rosto jovial do Cristo. É ser presença criativa e entusiástica da força do Evangelho. Percebo que o jovem tem por compromisso na Igreja ser um sinal concreto da vibração e da dinâmica da vida cristã.

Os grupos estão preparados para dialogar com o jovem sobre assuntos polêmicos?
Sim. Já temos experiências bonitas de formação da juventude do ponto de vista teológico, pastoral, missionário e social. Precisamos potencializar. Os desafios e os embates com a sociedade e as ideologias dominantes de hoje exigem esta formação para nossa juventude. Mas, creio que precisamos avançar muito neste sentido.

Por: Kleber Nunes

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